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terça-feira, 26 de junho de 2018

Vídeos: Laura Lavieri no Festival Levada 2018 (22/06/2018)





O festival Levada continua passando por vários palcos do Rio de Janeiro. Já vimos mês passado o Kassin no Teatro Ipanema e agora o festival em temporada no teatro do Sesi no centro da cidade trouxe semana passada a cantora Laura Lavieri, em processo para lançar o disco Desastre Solar, previsto para sair este ano.







Mesmo sem ter o disco que vem sendo divulgado e prometido pelo menos desde 2016 em mãos, é o começo da carreira solo da vocalista de apoio de Marcelo Jeneci, que já vinha se desenhando aqui e ali em shows no Escritório de Lê Almeida e na praia de Ipanema pelo Dia da Rua. Os shows no Rio indicam que Laura fez o caminho inverso de boa parte dos artistas cariocas que estão indo para SP e a banda montada é de músicos da cidade que tocam em outras frentes, como Do Amor (Marcelo Callado na percussão), Beach Combers (Pedro Emmery na guitarra), Mahmundi (Lux Ferreira nos teclados), Ana Frango Elétrico (Guilherme Lírio no baixo) e Rubel (Pedro Fonte na bateria).






Seria interessante não cair na fácil comparação com a carreira de Jeneci, que também montou uma banda formada de instrumentistas de diferentes bandas, no caso de São Paulo, mas não é essa a única lembrança que o show de Laura traz. Ela começa e faz boa parte do show no fundo do palco entre a percussão e a bateria, esta bem à frente em uma das laterais. A impressão que dá inicialmente é que ela continua sendo uma vocalista de apoio para um cantor que já não está mais lá, e isso reforçado pelo som muito baixo do seu microfone, abafado ainda mais pela bateria na frente.






A situação fica melhor nas músicas em que Laura usa um outro microfone e toma o centro da cena. Mas mesmo quando puco se pode ouvir a voz, chama a atenção o repertório escolhido para a apresentação e provavelmente que deverá compor o disco, misturando canções de compositores da mais nova geração, de Jonas Sá a Fernando Temporão, além do Jeneci, com resgate de músicas menos badaladas de artistas mais conhecidos, entrando aí a excelente "Homem Pássaro", de Hyldon e "Radical", tesouro escondido dos Novos Baianos.







O encerramento do show fica por conta de "Deixa Acontecer", pagode-chiclete do Grupo Revelação desmontado e recriado sem perder a melodia pegajosa. Na volta ao palco, após um discurso meio confuso sobre não gostar da "obrigatoriedade" do bis, Laura traz ao palco Gui Amabis, que já tinha aparecido para cantar junto "Mais Um Whisky", composição dele que fará parte do disco da cantora, para mostrar ao violão "Menino Horrível", destoante do show e ao mesmo tempo o melhor momento. Mais anti-bis ainda com a última participação da noite, de uma banda inteira. Era o Oruã, capitaneado por Lê Almeida, para duas músicas de clima ainda mais diferente do que veio antes. No geral um show não muito solar e também bem longe de ser um desastre.







O Levada depois do centro leva shows para a Tijuca. Veja local, datas e atrações aqui.



Veja vídeos do show aqui ou abaixo:




Lista de músicas:

- "Radical"

- "Tudo Outra Vez"

- "Fundo De Olhar"

- "Mais um Whisky" (com Gui Amabis)

- "Menino Horrível" (com Gui Amabis)

- "Escola Descontrutivista" (com grupo Oruã)

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