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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Veja quais são algumas das atrações do Oi Futuro em novembro

Ano passado o Oi Futuro Ipanema foi a salvação da lavoura para quem queria ouvir bandas legais por um bom preço e em um horário decente. Desde março de 2010 que o lugar frequenta bastante a agenda do La Cumbuca, e montes de posts foram dedicados a sua programação: aqui, aqui, aqui, e aqui são exemplos.




Como resultado, alguns dos 25 melhores shows que assisti ano passado aconteceram justamente ali: Orquestra Brasileira de Música Jamaicana, a palhinha do Acabou La Tequila no show do Canastra, BNegão & Seletores de Frequência e Instituto.



Em 2011 o Oi Futuro diminuiu a quantidade de projetos envolvendo shows nos finais de semana, especialmente no segundo semestre. Mesmo assim TODOS os shows que coloquei no meu TOP 5 parcial em julho aconteceram lá (levei em consideração os shows de Marcelo Jeneci e Karina Buhr no Teatro Casa Grande e Circo Voador respectivamente, mas presenciei ambos também no Oi Futuro). Depois disso, o maior destaque ficou por conta de Arrigo Barnabé passando por lá num fim-de-semana.



Fora isso muito pouca coisa aconteceu nos últimos três meses por lá. Em novembro ainda está meio devagar, mas a música negra parece que vai ter uma boa representatividade de diversas formas. Acho que ninguém liga se eu copiar e colar os textos que estão no site da instituição, né? Então lá vai:



MOSTRA MUSICAL TEMPO LIVRE
Com: Arlindo Cruz e Túlio Feliciano

Compositor de mão cheia, grande cavaquinista e intérprete de destaque, com mais de 500 músicas gravadas, Arlindo Cruz estará na próxima edição da Mostra. Saberemos um pouco mais sobre esse artista único, conhecendo o que faz em seu Tempo Livre e ouvindo suas músicas. Como seu “provocador”, o consagrado diretor de espetáculos musicais Túlio Feliciano.

Dia 1º de novembro, terça-feira, às 20h | Teatro






GRUPO AFRICAN SALSA PAPE FALL
Nascido em Rufisque (Senegal), Pape Fall apresentou-se com várias orquestras em seu país e, em 1995, criou seu próprio grupo, com cinco integrantes. Cantando salsa em Wolof (língua nativa), introduziu sons e instrumentos africanos – como Sabar, o Djembe mbeung-mbeugn - ao ritmo latino. No repertório, canções de Nicolas Menheim (Senegal), Papaito (Cuba) e El Delvis Salsero (Congo).

Dias 8 e 9 de novembro, terça e quarta, às 21h






MONARCO, VELHA GUARDA DA PORTELA E PARTICIPAÇÃO DE MARIENE DE CASTRO.
Considerado um dos pilares da cultura do samba carioca, Monarco estará acompanhado da Velha Guarda da Portela, interpretando pérolas como “Coração em Desalinho” e “Vai Vadiar”. O show traz também Mariene de Castro, que pela primeira vez divide o palco com o ícone da azul e branco. A cantora baiana mostra um repertório especial: do samba ao samba de roda, da marujada aos ternos de reis, do repente ao ijexá, passando pelo côco, maracatu e ciranda, trazendo-os para a sua própria linguagem musical.

Dias 15 e 16 de novembro, terça e quarta, às 21h






MÚSICA NA TELA
DAQUELE INSTANTE EM DIANTE
De: Rogério Velloso
Mediadores: Tárik de Souza e Rodrigo Fonseca
Convidados: Serena Assumpção e Rogério Velloso

Documentário sobre a trajetória musical do Nego Dito Itamar Assumpção, desde os anos da Vanguarda Paulista, na década de 1980, até a sua morte, aos 53 anos. Com depoimentos de pessoas que conviveram com o artista, o filme reúne uma seleção de imagens raras garimpadas em acervos e arquivos particulares, mostrando sua presença antológica nos palcos e os momentos de intimidade entre os amigos e familiares.

Dia 17 de novembro, quinta-feira | Teatro
Filme: 19h | Debate: 20h30
Entrada franca






MARKU RIBAS
Ele já participou de um videoclipe da música “Just another night”, com Mick Jagger, e do disco “Dirty Work”, com os Rolling Stones. Abriu shows de James Brown e Ron Carter. Uma de suas canções, “Zamba Ben”, virou cult nas baladas por todo o país, como o “hino do samba-rock”. Gravou com ícones como Chico Buarque e João Donato e tem parcerias com Ed Motta, Arnaldo Antunes e Marcelo D2. A múltipla e rica música do mineiro Marku Ribas é uma mistura de variados ritmos brasileiros, com elementos afros do Caribe, balanço black e jazz, entre outras tendências.

Dias 22 e 23 de novembro, terça e quarta, às 21h




Com exceção do documentário sobre o Itamar Assumpção, que é grátis, os shows custam R$7,50 a meia-entrada.

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