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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Veja uma hora de solos do Nels Cline durante "Impossible Germany" em diversas apresentações do Wilco




Falei do Nels Cline agora há pouco e pude marcar como cumprida uma das "coisas que tenho que fazer na vida", que foi assistir o solo de guitarra que ele faz durante "Impossible Germany", a música do Wilco que me fez gostar de Wilco.

Na verdade, o solo de "Impossible Germany" é uma entidade dentro da música. Pode parecer e é um exagero, mas para mim é um monumento, uma daquelas coisas que definem a humanidade na Terra.


Daí você pode ouvir quase uma hora do solo de "Impossible Germany" em dezessete shows diferentes do Wilco e dizer se eu estou errado ou não.






Enquanto você vai ouvindo e entrando em parafuso que nem eu, também dá para fazer a leitura dessas duas páginas. Uma sobre o método de improvisação de Nels Cline:

http://paulstew.prosite.com/12145/171814/gallery/nels-cline-improvisation-analysis



A outra é uma entrevista com o guitarrista:
http://entertainment.ie/music/feature/Wilco-An-interview-with-Nels-Cline-Part-1/201/2731.htm


Copiando e colando dois trechinhos que falam do assunto "Impossible Germany":


You have been recording and releasing music for the best part of thirty years. Did you have to change or adapt your style when you joined Wilco?

I play differently depending on what the song seems to require. For example, I would say that at this point as a guitarist I'm probably best known for the solo on 'Impossible Germany', which is a long story because it originally didn't contain a guitar solo. I don’t think that solo is necessarily in my style. It doesn't have a tone that I would normally use; I think it's a sound that reminds me of other guitarists in the rock n' roll past.



The "Impossible Germany" solo is one of Nels Cline's greatest stylistic exhibitions. It is in the key of A
Dorian when transcribed straight from the album version, but as can be seen during improvisation,
additional "step" notes are added, making it in the A Dorian bebop scale, which screams "Jazz". This solo
draws heavily on the B (supertonic) as can be seen in the early measures as Nels playfully flirts with this note, quickly hitting the root and hammering down on the supertonic for a considerable expanse of
oscillating time. Expanses of oscillating time are a recurring theme in this solo as can be seen in
practically all measures via the violent wiggle of the tremolo arm. As opposed to simply droning, these
notes vibrate with an obscure intensity that can be accredited to the Fender Jazzmaster floating tremolo system. Cline's phrasing in this solo draws heavily on the whimsical and jovial melodicism of Tom Verlaine from Television, using quick hammer-ons, slides, and distinctly placed trills to cut through the simplicity of the rhythm section. The extreme wiggle movement utilized in the tremolo arm can also be accredited to the influence of Tom Verlaine.



Ah sim, cumpri uma das metas na vida (ver Nels Cline solar em "Impossible Germany") aqui:


vídeo de agadsa


(foto veio daqui)

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