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sexta-feira, 25 de março de 2011

Eu não tenho Tumblr, mas o Leonard Cohen tem

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Por falar nele...






















As fotos são da turnê que ele fez ano passado e estão nesse endereço. Infelizmente no site oficial ainda não há notícia sobre uma nova turnê.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Momento Leonard Cohen

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Eu conheci o Leonard Cohen graças a um filme chamado Pump Up The Volume (que não sei se tinha esse título Um Som Diferente) que vi há muitos anos atrás, acho que no Telecine, onde o Christian Slater faz o papel de um estudante que é DJ de sua própria estação de rádio pirata. Além de anonimamente inspirar seus colegas com discursos inflamados, ele tocava umas músicas muito boas, entre elas "Everybody Knows", de Leonard Cohen.



Pode ser que eu já tivesse ouvido suas músicas em vários momentos antes, mas foi a partir desse filme que eu corri atrás de saber quem era esse cara de voz grave cantando essa música extraordinária.



sábado, 19 de março de 2011

Domenico - "Cine Privê"

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E finalmente uma música nova do Domenico Lancelotti. "Cine Privê", seu primeiro disco solo, deve sair ainda no primeiro semestre de 2011 pela Coqueiro Verde. Já rolou um show de pré-lançamento no Solar de Botafogo, e outro no mesmo lugar está marcado para o dia 5 de abril. A música que dá nome ao disco foi postada ontem no Facebook, escute no player abaixo:

sexta-feira, 18 de março de 2011

Programação do Grito Rock no Rio e em Niterói

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Mais um copia+cola, porque amigo, não tenho muito o que dizer se o Emicida e o Macaco Bong vão mandar um som juntos.

Instituto - 29/08/10Macaco Bong - 22/10/10



Em sua 5ª edição no Rio, o Circo Voador vai abrigar, no dia 24 de março (5ª feira), o som de artistas e bandas de vários estilos, como o Emicida, primeiro rapper brasileiro a participar do Festival Coachella (USA) e já confirmado para o Rock in Rio 2011, que apresenta o show do seu último disco, Emicidio. O cantor ainda faz uma participação especial no show do Macaco Bong, trio instrumental cuiabano, que em 2009 teve seu CD “Artista Igual a Pedreiro” eleito o melhor álbum do ano pela edição brasileira da revista Rolling Stone.

Muito solicitada por fãs nas redes sociais do coletivo, a banda Vivendo do Ócio, vencedora da “Aposta MTV” no VMB de 2010, do GAS Sound em 2008, traz da Bahia seu som que mistura os elementos do novo rock britânico com as origens garageiras baianas. Outra campeã de pedidos do público, a banda paulista Holger, que acaba de voltar do Festival South by Sothwest no Texas (USA), marca presença no Grito Rock com suas guitarras de atmosfera indie e ritmos africanos.

Lançando o clipe da música “A Cidade Pega Fogo”, a niteroiense Tereza possui influências fortes do rock clássico, britpop, punk rock e indie rock. Em 2009, foi a grande vencedora do Festival Universitário da MTV. No ano seguinte, foi eleita a Aposta MTV no concurso “Novos Nomes”. Abrindo a noite, a carioca Medulla, que já passou pelo Abril Pro Rock, volta ao palco do Circo Voador, onde começou sua trajetória.

A edição de Niterói, que acontece no Centro Cultural Abrigo de Bondes, no dia 25 de março (6ª feira), tem cinco bandas no line up: a paulista Holger, a carioca Tipo Uísque lançando seu EP “Afague”, distribuído pela Slap (selo de novos artistas da Som Livre), e a fluminense Colombia Coffee, segunda colocada no Festival Megazine, do Jornal O Globo e aposta do selo Vigilante, da Deckdisc. O evento também recebe duas bandas nascidas em Niterói:The Fraktal, que alia o peso dos instrumentos analógicos com melodias calmas e dançantes de sintetizadores e teclados, e Kapitu, com seu rock oitentista. O evento em Niterói não terá cobrança de ingressos, mas o publico deverá levar 1Kg de alimento não perecível. Os alimentos arrecadados serão destinados às famílias atingidas nas últimas enchentes da Região Serrana.

Festa Berinjela Dá Barato, com Zumbi do Mato

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Até rimou!




Copiando e colando daqui, para evitar a fadiga.




Dia 20 de março,
no Teatro Odisséia (Lapa), a partir das 18h,
os sebos Baratos e Berinjela montam um feirinha de livros, LPs e CDs no segundo andar da casa noturna da Lapa, e convidam para os SHOWS DAS BANDAS
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COBRA KING
… garageira com surtos de folk vil
OS AZUIS
… rock´n´roll & jovem guarda revisitados com a demência e a genialidade típica dos garotos de 20 anos
ZUMBI DO MATO
… o lendário combo progressivo-punk-vanguardista-mininalista-alucinado-antropofágico


Em 2011 o SEBO BARATOS DA RIBEIRO completa 10 anos, e o SEBO BERINJELA completa 17 anos, de suada militância para que IDÉIAS LITERÁRIAS, MUSICAIS, CINEMATOGRÁFICAS & ARTÍSTICAS EM GERAL GANHEM FORMA & REPERCUSSÃO.
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ACESSE A PÁGINA DA FESTA NO PORTAL “LISTA AMIGA” para mais detalhes, e para garantir seu ingresso mais barato:
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http://listaamiga.com/berinjeladabarato
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MAS PARA SE DAR BEM MESMO, COMPRE SEU INGRESSO ANTECIPADO POR 5 REAIS exclusivamente nas livrarias:
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Livraria Berinjela - Av Rio Branco, 185 - loja 10- Centro - Tel: (21) 2532-3646
Livraria Baratos da Ribeiro - Rua Barata Ribeiro, 354 - loja D - Copacabana - Tel: 0800 701 7326 ou (21) 2253 8634

3 Vídeos do Música de Bolso

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Na verdade 6 vídeos, dois de cada uma dessas figuras comentadas o tempo todo aqui no La Cumbuca.


Marcelo Jeneci
http://www.musicadebolso.com.br/_v2/volume.php?numero=153





Tulipa Ruiz - 03/07/10

Tulipa Ruiz
http://www.musicadebolso.com.br/_v2/volume.php?numero=146





Letuce - 22/07/10

Letuce
http://www.musicadebolso.com.br/_v2/volume.php?numero=142

Se pudesse ir em um só festival no mundo em 2011...

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... eu iria em um chamado Hop Farm Music Festival.


Ele acontece na Inglaterra nos dias 01 e 02 de julho. Esta é a quarta edição do festival que promete uma volta ao esquema básico de um festival, sem patrocinadores entupindo o lugar com propaganda, sem VIPs (alô, SWU!), só pagar o ingresso e ouvir música. Ok, tô só enrolando antes de mostrar quais são as principais atrações da parada...





1º DE JULHO

EAGLES
BRYAN FERRY
BRANDON FLOWERS
DEATH CAB FOR CUTIE
10cc
THE HUMAN LEAGUE
OCEAN COLOUR SCENE
THE WALKMEN


2 DE JULHO

MORRISSEY
LOU REED
IGGY & THE STOOGES
PATTI SMITH
NOISETTES
GANG OF FOUR


Em um mesmo dia assistir Gang of Four, Patti Smith, Stooges, Lou Reed e Morrissey?! Não consegui ver outro festival no mundo este ano que fizesse uma escalação tão perfeita quanto esta.


Em 2010, eles trouxeram como principais atrações Van Morrison, Blondie, Los Lobos, Bob Dylan e Ray Davies (Kinks)! Dá para perceber que eles priorizam o passado, mas também teve Laura Marling, Maigc Numbers e Mumford & Sons.


Mas então, só eu que acho essa escalação incrível? Alguém me leva pra Inglaterra?

quinta-feira, 17 de março de 2011

Quem não tem Mulatu, vai de Vissungo

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Nos dias 19 e 20 de março o músico etíope Mulatu Astatke se apresenta em São Paulo, no Sesc Vila Mariana, para mostrar a riqueza da música africana e do trabalho que faz dele um dos destaques do seu continente desde os anos 70. Mais recentemente o nome dele voltou a ficar em voga, não só por uma onda de reviver o afrobeat que encontra respaldo em grupos novos daquele balaio (ou cumbuca?) de gatos que é chamado de música indie hoje em dia, como pelo filme-projeto Timeless, que conta também com a filmagem de um show do brasileiro Artur Verocai.


Algumas pessoas no Rio até tentaram construir um movimento no estilo do Projeto Queremos e trazer por conta própria o Mulatu para se apresentar em terras cariocas. Mas não rolou, infelizmente.


Em compensação quem não estiver em São Paulo no dia 19, mas estiver no Rio, tem a chance de ver o grupo Vissungo se apresentando na festa Makula, dedicada aos sons africanos, que vai acontecer no Espaço Multifoco, na Lapa.





Segue aí uma descrição do grupo, feita pelo próprio grupo:



Criado entre 1974 e tocado até 1996 pelos irmãos Spírito Santo e Lula Espírito Santo, o Grupo VISSUNGO teve sua carreira, profundamente marcada por uma longa estada na Europa (Itália e Áustria) – mais precisamente entre 1989 1993.

O grupo surgiu com a proposta de fundir a música negra tradicional do Brasil -principalmente os cantos de trabalho de negros escravos mineradores de Diamantina, Minas Gerais -‘vissungos’- originada de Angola), vaga herança musical familiar dos dois irmãos – com a música africana de ‘intervenção’ (de ‘protesto’) grande voga na década de 1970 na África colonial portuguesa, trilha sonora das lutas de libertação, além de diversos outros gêneros afins da África do Norte, abrigados sob o rótulo ‘Juju Music’ (‘High life’, etc.) e que tanto sucesso tiveram no continente europeu nos anos 80, por força do fluxo cultural em mão dupla entre a Europa e suas ex-colônias, formidável fenômeno musical que acabou redundando no chamado ‘Afro-Beat’.



O único disco que eles lançaram foi a trilha-sonora para o filme Chico Rei, que você pode baixar aqui. E aí descobre se deve ou não dar uma chance ao afrobeat brasileiro do Vissungo.




Festa Makula apresenta Grupo Vissungo
Sábado, 19/03/2011
Preço: 20 reais ou 15 reais na lista amiga: festamakula@gmail.com
Multifoco - Av. Mem de Sá, 126 - Lapa

Marcelo Jeneci no Oi Futuro Ipanema 11 e 12/03/2011

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Foto por Luiza Borges

A programação no pequeno teatro do Oi Futuro (pouco mais de 100 lugares) tenta ser compreensiva. Marca três datas para dar chance a mais pessoas. Ainda assim quem não chegou cedo, ou comprou adiantado, perdeu a mini temporada do Marcelo Jeneci no Rio. Sexta, sábado e domingo esgotados.

Edição compacta, sem a orquestra que o acompanhou em janeiro (lançamento do CD "Feito Pra Acabar" no Teatro Casa Grande). A alegoria da orquestra regida pelo maestro Arthur Verocai recebe muitos louros como o grande diferencial da estréia de Jeneci. Porém num show sem esse aparato, ou um software simulador, percebe-se como a banda que cria junto com Marcelo é brilhante. Não é fácil coordenar solos de sanfona com solos de guitarra; a bateria ser explosiva em "Feito Pra Acabar" e acolhedora em "Longe".

A fluência do diálogo musical explica o espetáculo. O som satisfeito na Jovem Guarda com cover de Roberto, "Outro Lado da Cidade", e citação do "Sábado Morto" (Erasmo) em "Quarto de Dormir", evolui no plano sóbrio e viaja por psicodelismos abençoados por outro maestro, Rogério Duprat (trabalhou com Os Mutantes), em "Pense Duas Vezes" nas suas passagens menos lúcidas. As mesmas mãos fazem uma leitura dócil da moda de viola em "Pra Sonhar".

Numa convergência de som, ideal e sentimento, elevam a sutileza das letras acima de sua simplicidade. Transmutam passagens que soltas soariam piegas em momentos líricos super necessários para a parte sensível residente em todos nós. As letras vão remoer suas memórias e evocar algum sentimento oculto, te ensinará que esquecer não é remédio, e a felicidade mora no fim.

É fundamental para o adicto em música conferir essa turnê. A performance de Jeneci, Laura e banda é irretocável. Ostentação pura da beleza do cotidiano que poucas coincidências vão te oferecer um dia.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Lançamentos Nacionais de 2011 - Parte 01

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Já estamos em março, então podemos começar a indicar aqui os discos nacionais que estão saindo desde o começo do ano e que você, de repente, tem que dar uma escutada.



Burro Morto - Baptista Virou Máquina


01. O Céu Acima do Porto
02. Transistor Riddim
03. Tocandira
04. Baptista, o Maquinista
05. Volks Velho
06. Foda do Futuro
07. KalaKuta
08. Cataclisma
09. Volte Amor
10. Luz Vermelha


[site]
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Maglore - Veroz


01. Às Vezes um Clichê
02. Tão Além
03. Enquanto Sós
04. Megalomania
05. Todos os Amores São Iguais
06. O Mel e o Fel
07. Demodê
08. Pai Mundo
09. À Sete Chaves
10. Armadilhas de Papel
11. Lápis de Carvão
12. Amaria Sonhos Coloridos
13. Despedida

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Dorgas - Loxhanxha


01. Loxhanxha
02. Dito Antes

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E tem muito mais coisa. Mas vamos com calma...

quinta-feira, 3 de março de 2011

Cidadão Instigado, Dado Villa Lobos e a cena

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Sábado, Teatro Rival, Cidadão Instigado. Passada a evolução, estávamos com a razão abafada pelo som. Vendidos ao instinto do palco, o mais importante era aproveitar o máximo a banda que não passava pelo Rio há mais de um ano. Já na metade, uma surpresa quando Dado Villa Lobos surgiu no palco com uma camisa do Blur. Nenhum receio para a continuidade do espetáculo, a novidade não espantou.

Se eu não nutria expectativas para um show do Cidadão, agora dou total razão para quem sofria com a ansiedade. Fernando Catatau (guitarra, toca com Otto, Arnaldo Antunes e incontáveis pessoas ilustres) tem salvo conduto para qualquer crime que cometa um dia, é impressionante a potência da guitarra. Sem medo, ele estoura cada nota na caixa de som como um lampejo de genialidade compartilhada, tinha dúvidas se era som ou uma ilusão imaginativa. Junto com a ótima banda, sustenta a incrível psicodelia-brega e faz um dos melhores shows do Brasil. No final você fica de cara e percebe que eles chegaram no nível Nação Zumbi da coisa.

E o Dado apareceu. Eu não sou fã de Legião, assim como não sou chato no nível de cruzar os braços e ignorar o ex-companheiro de Renato Russo. Presenciar a devoção do guitarrista mais talentoso do Brasil a um ídolo in loco sensibiliza qualquer um que curte música. A forma impecável em que a banda produziu as músicas da Legião obrigam a rever todo conceito ruim guardado. A apresentação impecável lembra a gente de um detalhe que muitas vezes passa batido: quantos encontros fodas acontecem no nosso quintal.

Eu invejo muito os sortudos do YouTube. Pessoas que são pegas gritando quando o James Murphy mandou 'New York' com 'Empire State of Mind', o Franz Ferdinand tocando com a Poly Rythmo... E outros numerosos exemplos que registram o ineditismo. No último sábado foi a minha vez. Lembrei que aqui também existem esses momentos e não deveriam passar batido como, muitas vezes, passam. Não é nem o caso desse evento em questão (certamente você já deve ter visto isso em outros blogs), mas outros tão especiais quanto permanecem ocultos na memória de poucos. E com o tempo isso vai se perdendo, as pessoas se esquecem ou perdem a certeza do que realmente aconteceu - um dos sonhos do La Cumbuca é preencher parte dessa lacuna. Na minha memória de dezoito anos, tenho um lugar especial para a performance Do Amor no festival Fora do Eixo, Jonathan Richman para sessenta pessoas no Circo, apresentação da super banda Orquestra Imperial (diga-se a verdade, tem um dos melhores times da música brasileira), Jeneci no início do ano e todas as noites do Ronca Ronca (festa capitaneada por Mauricio Valladares no RJ).

Quero sentir a memória envelhecer, mas guardar comigo o orgulho de ter participado disso. E continuar me surpreendendo com o quão prazeroso isso é.

terça-feira, 1 de março de 2011

Projeto Viva Voz com Marcelo Jeneci no Oi Futuro

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Em 2010 o Oi Futuro Ipanema foi um dos melhores palcos para novos artistas e alguns não tão novos assim, todos que a gente curte. Cérebro Eletrônico, Curumin, Canastra (com Acabou La Tequila), BNegão entre outros fizeram três dias seguidos de shows. O preço (R$7,50 meia) colabora e os horários são respeitados. Coisa fina. O único problema costuma ser a correria para conseguir ingressos.

O projeto Viva Voz dá continuidade ao fluxo. Para março, três artistas já estão escalados: Marcelo Jeneci (dias 11, 12 e 13), Márcia Castro (18, 19 e 20) e Bruno Morais (25, 26 e 27). Dos três, o nome do Jeneci é o mais frequente aqui. Seu show em janeiro sobrevive na memória como uma noite especial mesmo depois de passar por LCD Soundsystem e, mais recente ainda, Cidadão Instigado (com Dado Vilallobos). E a lembrança não deve se apagar tão cedo. Quem puder ir nos três shows, vá.

"Feito Pra Acabar", disco do Jeneci, é uma das obras mais bonitas que 2010 registrou. Se você ainda não ouviu, escute logo. E se organize para comprar os ingressos, vão esgotar rápido. Mais detalhes na agenda aqui do lado ou no site do Oi Futuro.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Miscelânea Odeon

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Clique na imagem para ampliar

É nessa terça (1/03)! Começa às 19h com o bloco Me Beija Eu que Sou Cineasta, depois shows de Tono, Letuce e Songoro Cosongo. A farra é gratuita, mas leva um dinheiro pra cerveja.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Filme: O Samba Que Mora Em Mim

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O título engana. A influência do nome "O Samba Que Mora Em Mim" e sua locação na Mangueira induz o espectador a entrar num universo paralelo ao de "O Mistério do Samba", com a Mangueira em foco no lugar da Portela. Nem sempre.

"O Samba Que Mora Em Mim" traz a perspectiva de quem sempre teve curiosidade pelo que acontece no morro e nunca havia subido. A aventura da diretora Georgia Guerra-Peixe dentro desse mundo novo tira o foco de elementos descobertos pela turma do asfalto, não se fala tanto da vida dentro do barracão, estresse de componentes e história da Estação Primeira. Cartola nem é citado. O filme conta histórias de desconhecidos que povoam a comunidade, anônimos da multidão, mas que são famosos no seu gueto.

Não há nenhuma sinalização dos nomes. O único modo de descobrir a identidade do personagem é quando ele decide revelar, ou algum outro tece comentários. A diretora opta por preservar o anonimato dos personagens. A chamada "Vovó" é uma das que mais recebe atenção, ela aparenta estar perto (ou longe) dos 100 anos de idade, diz ter dezenas de bisnetos. Quebra o esteriótipo do idoso quando, na sua primeira cena, aparece com uma dificuldade absurda para riscar a caixa de fósforo. Depois, sem maiores dificuldades, acende seu cachimbo e começa a falar sobre sua vida.

O que segue é a essência do documentário. O samba é tratado como um personagem do passado das pessoas ou uma tradição herdada pelos mais novos, a verdadeira ênfase vai para a vida da comunidade e as figuras que a cercam. Tida como uma celebridade na Mangueira, a vovó tem admiração dos juizados ('moradores de bem') e daqueles sem juízo (articuladores do tráfico). Quando quebrou a clavícula, um do grupo dos "sem juízo" a levou para o hospital e logo correu para não dar mole para à policia, e depois voltou para buscar.

Chama-se outro personagem, mais ligado ao funk, para prestigiar de faceta boa dos traficantes. A visão do proibidão, "canta a vida do bandido", favorece a presença de um herói na comunidade. Alguém que preza pelos próximos, embora saiba que pratica a tática errada. A letra do proibidão cita a passagem da bíblia que diz "O salário do pecado é a morte". O tribunal do morro reserva decisões favoráveis e negativas aos ditos marginais e à população.


É engraçado notar alguns críticos aos bandidos (corretos nas acusações) acabam se entregando como infratores também. Seja o quarentão solitário, que admite ter traído a ex-companheira por anos, ou a comerciante que tem quatro geladeiras, quatro aparelhos de ar condicionado, cinco televisores e não paga conta de luz. Há um sentimento mútuo de inocência e condenação em tudo que acontece na comunidade. Nada é totalmente certo.

Nessa mesma linha, a precariedade da condição de vida da maioria dos entrevistados não os proíbe da felicidade e terem romances. Conta-se a história de sedução de um casal pela entrega de um troco mão a mão e o disparo do vocativo "querida". Numa situação completamente alheia ao samba, raiz do habitat, o descendente de nordestinos encontrou seu par. Ela sempre o vira alí, mas no momento certo eles se encontraram. Os sem par arrumam seu tempo para lamentar, mas o sorriso prevalece, há um pacto implícito em viver na comunidade e usufruir dela para criar alegrias, não só na agremiação, também debaixo do viaduto - no pagode, ou no batidão que a dona de casa adora, mas no lar só canta louvor.

O "samba" visto por eles não é ativo como o ponto de vista externo supõe. Pelos diálogos registrados, o funk se tornou um evento mais frequente no calendário do morro. O samba continua sendo extremamente respeitado e conta com pessoas que, no pré-presente-carnaval, se dedicam em tempo integral, porém como uma das personagens admite, "É um dia lá, se ganhar, dois. O baile tem toda sexta." A tradição é venerada e a quadra continua como um lugar sacro, a Escola emprega pessoas da comunidade e atraí os olhos para a região. Só é mentira resumir a atividade cultural desse centro apenas a isso.

Exibindo parcelas menos óbvias para os adeptos do "morro-é-samba" ou "samba-é-morro", o filme mostra que isso pode ser muito mais estratégia para chamar turista do que uma realidade. Outro paradigma quebrado é o da escravidão à pobreza, a alegria sobrepõe o sofrimento dos moradores. Pena tanta informação ser suprimida em apenas 71 minutos, uma edição maior favoreceria as histórias e engradeceria a montagem do filme, que é apenas regular.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Fita para baixar

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Compilei algumas poucas faixas para ouvir de vez em quando e vou jogar aqui para compartilhar para quem mais quiser.




01. The Beach Boys - "God Only Knows" (Pet Sounds)
02. Tom Zé - "Elaeu" (Estudando o Pagode)
03. The Smiths - "Reel Around The Fountain" (The Smiths)
04. Elvis Costelo - "Alison" (My Aim Is True)
05. Pixies - "La La Love You" (Doolittle)
06. Cérebro Eletrônico - "Dê" (Pareço Moderno)
07. Nick Cave and The Bad Seeds - "Into My Arms" (The Boatman's Call)
08. Frank Jorge - "Nunca Diga" (Carteira Nacional de Apaixonado)
09. Leonard Cohen - "Everybody Knows" (I'm Your Man)



Download

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Cidadão Instigado toca sábado no Rival

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"Depois de tocar com um monte de gente, como o projeto que o coletivo Instituto faz tocando músicas de Tim Maia e produzir o último disco de Arnaldo Antunes, Catatau finalmente aliou seus dotes na guitarra com ótimas composições. O som tem até psicodelia, experimentalismo, você chame do que quiser as viagens instrumentais ali contidas. Mas o jeito meio brega, meio pós-eletrônico dá as caras com um forte apelo pop."
Essas aí são palavras do Otaner sobre o Uhuuu!, último disco do Cidadão Instigado, texto completo aqui. Quem quiser conferir ao vivo é só colar sábado (26/02) no Teatro Rival. 20 reais na lista (rivalmaistarde@gmail.com), começa depois de meia noite.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

LCD Soundsystem no Vivo Rio 17/02/2011

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Texto também publicado no Move That Jukebox.

O prenúncio do fim de uma banda querida costuma doer. A predileção tem seus porquês, sejam os momentos importantes vividos com aquela trilha, as razões para um desespero desde a primeira audição, ou a vontade de entrar num vídeo do YouTube que te leva a quebrar seu monitor. Tá, exagero, mas assim funcionou o LCD Soundsystem. Dá tristeza saber do fim próximo da banda, mas ao mesmo tempo presenciar o auge criativo do grupo, e ter certeza de que essa foi uma decisão sóbria, te enche de orgulho por ter acompanho o caminho até o fim.



O show começou uma hora após o combinado para dar tempo dos empolgados com o cigarro/bate papo entrarem. A partir daí, sem margem de erro, a vibração foi toda pra banda. Quando “Dance Yrself Clean” dá os primeiros passos, a expectativa se mistura com a ansiedade e explodem juntas ao ver o gordinho James Murphy puxar o enredo. A música que abre This Is Happening é ideal na sua forma de se apresentar, começa calma e grave, a voz entra de leve, até acelerar o batimento e contagiar na gritaria. Jogada certeira da banda, confirmava-se assim os delírios vindouros.

Com muita festividade, os membros da banda sabiam exatamente a potência da arma que tinham em mãos. Sem cerimônia, jogaram tudo para o público, provando que não é só de colisão entre as placas tectônicas que se fazem os terremotos. A “cozinha” no enquadramento tradicional, baixo – bateria no fundo de palco, foi revisitada. Uma bateria montada bem na frente, e o contrabaixo nada tímido (algumas tiveram dois contrabaixos na execução) atestam a alquimia do palco. O volume de som é tão denso, instigante e potente que não parece ser real a fisgada causada.

O trejeito sonoro de repetir frases no sintetizador (especialmente em “Get Innocuous” e “All My Friends”) insere um eco involuntário para acompanhar a batida da cabeça do tempo. Esse frenesi domina e gera uma situação crítica, em que o menor descompasso da banda leva tudo abaixo. Felizmente, o risco fica só como estatística. Essa conversa no mesmo tom entre a banda revela que o processo vai muito além de James, mas ao mesmo tempo ele se sobressai como um maestro.


Proclama as letras que o público entoa junto, mas surpreende quando puxa os inúmeros “aaaaaaaahhhhhhhhhh” e não perde o fôlego. Soa como uma mensagem para pautar a banda na direção correta, e a julgar pela sincronia dos dois elementos tudo andou muito bem. Na versão alucinante-frenética-que-música-foda de “Yeah”, os paramédicos deveriam ter ficados atentos para uma possível arritmia cardíaca no frontman, mas as paradas só aconteceram no intervalo das músicas. Num destes, apenas a luz azul estava acessa. Direcionada no globo espelhado ela criou uma sensação de culto. Com esse movimento, “Someone Great” entra no setlist. O público levanta as mãos e, sem perceber, desacelera sem perder o pique. O jogo de luzes casado com a música lembrou Contatos Imediatos de Terceiro Grau, numa pegada menos misteriosa e mais no groove – parecia arte de extraterrestre mesmo.

Se o fim da banda não era novidade pros presentes, o fim do show pegou com surpresa pela velocidade da noite. Depois de avisar que eles tocariam as duas últimas músicas (de verdade, não teve bis), senhor Murphy agradeceu aos fãs cariocas. Disse algo como “enquanto os fãs de Nova York não conseguem comprar ingressos, aqui vocês pagam o show”, sinceramente agradecido com o Queremos e sua trupe.

Reservaram para o final a singela “New York I Love You, But You’re Bringing Me Down”. O lamento desesperado pela cidade amada corre como as lágrimas. Podem demorar para sair, mas uma vez para fora, encharcam o rosto. Lenta, guiada por um timbre de piano, e com seus picos de atividade, em que a guitarra e a voz são liberadas para exorcizar toda cicatriz. A música em seus últimos segundos finge um fim para depois queimar o resto de estamina dos músicos. Os refletores do palco acenderam na potência máxima para registrar cada um extravasando como pode. Depois de apagados para sempre, só houve quem pressentisse a saudade pelo show, porque igual a esse, não teremos mais.

Fotos por Eduardo Magalhães

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Tem LCD Soundsystem hoje

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Edit: O show já passou, depois leia a resenha aqui.


O LCD Soundsystem foi uma das melhores atrações da década passada. Poucas bandas ilustram tão bem a perspectiva que os anos 00' deixaram para a música. Na batida eletrônica de James Murphy e companhia cabem em doses estudadas de pop, rock, cotidiano e detalhes sobre viver a música. Saber calibrar o bpm para agitar a pista justifica o destaque no nome dele, mas quando a gente lembra que além disso ele é um dos maiores letristas de sua época dá um certo orgulho de ter acompanho alguém que realmente é incrível, foda.



"Losing My Edge" foi a primeira manifestação. Numa letra puxada pro spoken word, seduzida pelo rap, o protagonista desabafa sobre as "crianças com internet" que sabem de tudo. Mas sua diferença é que ele esteve lá. Emenda uma cadeia de pensamentos sobre episódios hoje significativos para a música - como um show do Can, e colocar Daft Punk num DJ set - conjugado numa batida silenciosa e constante, incisiva e sedutora para virar o corpo com o fluxo do som e cantar junto. No final, entra um "you don't know what you really want" até tudo se acabar. Argumentado por efeitos de sintetizadores, que ficam ecoando até o botão de "repeat".



"Daft Punk Is Playing At My House" foi o cartão de visitas do LCD para boa parte da ouvintada. Hit perfeito. Faz uma pré-noite perfeita: combina gritos histéricos e tem aquele andamento da fila quando tem uma multidão empurrando atrás e você quer mais é se misturar com a galera (e roçar a gatinha da frente). Todo mundo junto e se acabando.

As duas faixas supracitadas ficam para a eternidade no primeiro disco do grupo. Um duplo que ainda contém narcóticos sonoros como "Yr City Is A Sucker", dotada de um ringtone matador incorporado num refrão esquizofrênico.

E a prova do segundo disco? Não pareceu tão difícil assim. Fiz uma proto-resenha do "Sound of Silver" há um ano, minha posição continua a mesma. Esse talvez seja o melhor álbum dos anos 00'. A mesma mão que soube moldar o ritmo para as pistas, fez clássicos para serem entoados dentro e fora delas.

"All My Friends" é a justificativa da sentença que James Murphy e poucas pessoas especiais foram condenadas, a de viver da música. O sintetizador recorrente nas mesmas notas é o fluido para o destempero e emoção carregados na letra e viciados num trauma sensível e intenso na questão "where are your friends tonight?".

As batidas são muito bem encontradas "Get Innocuous". Elas chegam no ouvido como se fossem uma linguagem de programação instruindo o movimento, homicídio da apatia. "Us vs Them" age nessa linha, porém guarda um baque profundo após a aceleração ascendente para o ápice no refrão "Us v. Them / Over and over again".

Por último, "This Is Happening" foi astro da maioria das listas de 2010, e deve sair daí boa parte do repertório de logo mais. Reserva um pouco da fórmula usada e reeditada nos dois discos anteriores, com uma paixonite por David Bowie. Destaque para "Dance Yrself Clean", "Home" e "You Wanted A Hit". É o disco mais perdido dos três, tem momentos insossos (culpa do cansaço?) que poderiam ser evitados.

Às 22h a banda deve começar uma apresentação, que segundo as projeções otimistas, passará de 3 horas de duração. Essa é a última turnê da banda, acho bom você desconsiderar possíveis desavenças e ir curtir o show. O resto é história pra contar.

LCD Soundsystem
Quinta, 17/02/2011
R$120 na lista amiga
Vivo Rio

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Se entrega ao calor

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Fevereiro. Se você segue o calendário normal, esse é o segundo mês do ano. Diz a lenda que o ano só começa mesmo depois do carnaval, mas a programação tá tão quente que 2011 parece ser uma exceção. Fora o que a gente comentou, o Rio ainda oferece mais:

Letuce - 22/07/10

Letuce @ Espaço Acústica: Churrasquinho na laje para relembrar todos os pagodes de sua vida. A cada domingo a dupla Lucas/Leticia chama um convidado. 19 horas, dias 20 e 27/02 | 20 reais na lista (letuceletuce@gmail.com); 15 reis meia entrada. Praça Tiradentes, nº 2 e 4.

Black Drawing Chalks @ Espaço Acústica: Goiás não é só sertanejo universitário, é terra de headbangers também! O BDC vem ao litoral com a turnê de lançamento do seu disco ao vivo. R$15 para os 20 primeiros; R$20 na lista (agranderoubada@gmail.com) até 23H; R$25 na lista após 23H; R$30 sem lista. 17/02.

Roqueadores c/ Medulla e Tipo Uisque @ D'Lounge: Galera de Realengo continua produzindo suas farras. R$5 os 30 primeiros; R$10 na lista amiga até 00h; R$12 na lista amiga após 00h; R$15 depois sem nome na lista. Av. Marechal Fontineli, 4848.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Cidadão Instigado - "Contando Estrelas"

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"Boa tarde,

sou visitante assíduo do site de vocês e gostaria de saber se vocês podem divulgar um clipe que gravei da banda Cidadão Instigado na Virada Cultural de Jundiaí/SP.
abaixo segue o link

http://www.youtube.com/watch?v=BjB7ZYBm2AU

Obrigado

Daniel Mattos"


Olá Fevereiro - 09

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O Teatro Rival continua com sua programação na madrugada com o Projeto Rival (beeeem) Mais Tarde. Nas próximas semanas três nomes conhecidos de quem lê o La Cumbuca (alguém?) passam por lá.



Rubinho Jacobina
Dia 12/02 – sábado
Preço: R$ 25,00 (Meia)



Eddie
Dia 18/02 – Sexta
Preço: R$ 25,00 (Meia)



Fino Coletivo - Abertura com a banda Supercolor
Dia 19/02 – Sábado
Preço: R$ 25,00 (Meia)



Teatro Rival - Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Olá Fevereiro - 08

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O Solar de Botafogo tem se mostrado como uma boa alternativa ao fecha-abre de casas de show no Rio de Janeiro, com um certo privilégio para a "turma da Orquestra Imperial", mas não só. Segue aí os destaques até o fim de fevereiro.



Wander Wildner
Segunda, 14/02/11
22:00
20,00 meia-entrada



Eles tocam Noel Rosa - Show com Arto Lindsay, Domenico Lancellotti, Kassin, Luís Felipe de Lima, Moreno Veloso e Pedro Sá
Quarta, 16/02/11
22:00
20,00 meia-entrada



Nina Becker
Segunda, 21/02/11
22:00
20,00 meia-entrada



Abayomy Afrobeat Orquestra
Quarta, 23/02/11
22:00
20,00 meia-entrada



Izzy Gordon
Segunda, 28/02/11
22:00
20,00 meia-entrada


Solar de Botafogo (Rua General Polidoro, 180 - Botafogo - tel: 2543 5411)

Olá Fevereiro - 07

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Uma banda da Bahia, a Maglore. Já vi um show deles, em Salvador. Uma banda da Argentina, a Tremor. Essa vai ser a Noite Fora do Eixo que acontece na sexta-feira na Audio Rebel.



Noite Fora do Eixo
Sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011, 19h
Entrada: R$ 10
Shows: Maglore e Tremor

Olá Fevereiro - 06

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Carnaval, né. A partir das 4 da tarde de sábado, dia 12, acontece nas imediações dos Arcos da Lapa apresentações do Rio Maracatu e Orquestra Voadora. Às 20:30 o Rancho Flor do Sereno toca em um palco ali em frente aos Arcos.



Dica captada no facebook, que por sua vez levava a este link

"Under Cover of Darkness" - The Strokes

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O Strokes foi a banda que eu mais vesti a camisa nos últimos anos. Vesti mesmo, de ter uma camiseta verde com um silk de poster antigo, e andar por aí com ela, meio desgastada e um pouco pequena. Na época não custou muito caro, lembro de ter pego na promoção, foi um dos melhores investimentos que fiz na vida.

Digo isso porque eu gosto muito de Strokes. Só fui ouvir a banda quando eles já estavam muito bem encaminhados, depois de Reptilla. Descobri "Is This It" anos depois da maioria das pessoas que sigo hoje no Twitter e estavam esperando o DJ da Radio One, Zane Lowe, tocar a música inédita. Achei tão bonita a comoção de alguns que entrei na ansiedade, e olha que eu não estava nem um pouco "na pilha" por um disco novo da banda de NY.

Eu gosto muito de Strokes, mas posso dizer que o primeiro disco do Franz Ferdinand é melhor. Nas listas da gente, cada um emancipa a opinião que lhe convém. Acontece que é inquestionável a posição do Strokes como o representante de uma década, como uma marca para ficar viva. A história de vestir a camisa é isso, sentir-se bem pela companhia de uma identidade quase perfeita do som que você ouve, do que quer levar adiante. Essa certeza eu não tenho no Arctic Monkeys, Franz, muito menos Kaiser Chiefs, Killers e outros genéricos.

Fui atingido por tudo isso quando me preparava para ouvir "Under Cover of Darkness" há pouco tempo. Os anos de hiato do Strokes passaram sem crise de abstinência na minha cabeça, parecia uma banda resolvida em seus três discos. Olho torto para o "First Impressions of Earth", daí lembro de "Juicebox", "You Only Live Once" e "15 Minutes" (sim), e revejo minha posição sobre o álbum. Todos são incríveis, e não existe justificativa para não dar uma chance ao próximo disco. Respirei aliviado depois dos 3 minutos e quebrados da faixa inédita.

A música não me convence como um hit - tem um fim estranho, mas é uma música do Strokes. De volta, a voz do Julian continua muito amiga das guitarras de Albert. Elas continuam dividindo o mesmo copo de cerveja a música toda, ora brigam para beber, e acabam se misturando demais, ora agem na camaradagem dividindo as doses sem medo da garrafa terminar. Sem virtuosismo a cozinha do Strokes só prepara miojo. E como perdem o pózinho, fazem o seu próprio tempero e viciam o paladar dos ouvintes.

Mesmo fora do estado pleno, ouvir isso de novo é muito bom. Vem, Strokes, ainda tem um espaço por aqui.

Escute aqui:

Baixe até depois de amanhã no site oficial.

Olá Fevereiro - 05

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Copiando e colando daqui

Dorgas e Ecos Falsos
Local: Espaço Multifoco - Av. Mem de Sá, 126
Hora: 20H
Dia: 12/02 (Sábado)

lista/sem-lista
R$15/R$18

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

White Stripes ao vivo no Teatro Amazonas

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Outro dia o White Stripes acabou, o que significa que nos próximos cinco anos a dupla Jack e Meg White provavelmente fará um concorridíssimo show de retorno no Festival Coachella ou no Glastonbury.


Nem sei se foi por isso ou por causa do show que eles fizeram no Tim Festival de 2003, em uma época em que eles não me interessavam muito. Mas estava justamente falando com a Dine que Jack & Meg só começaram a me interessar de verdade com o disco Get Behind Me Satan e eu sei que sou minoria nessa história.


Daí que eles voltaram ao Brasil em 2005, eu não assisti, mas fiquei muito curioso com os relatos de uma apresentação histórica que eles fizeram no Teatro Amazonas, em Manaus! Nesse site tem algumas informações.



Encontrei em um site japonês chamado Youku (que acho que na tradução quer dizer "seu ku"!) esse show, que passou algumas vezes na MTV daqui e, aparentemente, na MTV da Alemanha também.




http://v.youku.com/v_show/id_XMTM5NTQ2ODMy.html
White Stripes ao vivo no Teatro Amazonas


O site é meio lerdo, não garanto que vá funcionar... Mas que ótimo show! Se há algo que o White Stripes possa ser reverenciado, mais do que as boas músicas, é poder misturar de forma natural sonhos com a realidade.

Por falar no Lemmy...

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Tem um filme sobre o líder do Motorhead, é isso mesmo? Não sabia não. Tem até um site.

http://www.lemmymovie.com






Achei ele pra baixar aqui.

Legal é o sub-título: 49% Motherfucker, 51% Son of a Bitch

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Tudujuntu 02: Ramones e Rancid

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Já que no primeiro post pesquei o bigodudo Lemmy Kilmister tocando com os Ramones, agora puxo os Ramones tocando com uma daquelas bandas que devem muito de sua existência a eles, o Rancid!





Ramones e Rancid - "53rd and 3rd"


E acho que é a primeira vez que menciono o Rancid, um grupo da terceira onda do ska que no meio de muita música marromenos dá fácil pra fazer uma coletânea dupla com seus melhores momentos. E acho até que a fase mais hardcore deles tem mais coisa legal.

Olá Fevereiro - 04

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Mombojó - 21/01/11



A Oi FM começou a promover em janeiro alguns shows no Parque Garota de Ipanema, que fica no Arpoador. Lugar mítico para toda uma geração dos anos 90 que pôde conhecer de graça bandas como Skank e Planet Hemp, essa tentativa de fazer aquele ponto entre Ipanema e Copacabana retomar sua vocação trouxe nomes que endossamos fortemente, o que é o caso de Autoramas e do Mombojó. Com o calor absurdo do verão carioca, as cenas do público saindo dos shows e indo dar um mergulho às 9 da noite em uma praia lotada eram deslumbrantes.



Em fevereiro já passou por lá o Tono, banda que no segundo disco tem uma trinca de canções que grudam fácil na cabeça ("Samba do Blackberry", "Aquele Cara" e "Me Sara" - "Corte no Pé" também é boa) e os dois artistas que fecham a programação são Paulinho Moska na quinta e Tulipa Ruiz, dona do melhor disco de 2010, na sexta-feira. Como as melhores coisas na vida costumam ser, os shows são gratuitos.


Programação:


Paulinho Moska
Quinta, 10/02/11
Horário: 19:00



Tulipa Ruiz
Sexta, 11/02/11
Horário: 19:00

Olá Fevereiro - 03

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Começou no último final de semana e se estende por todo o mês de fevereiro uma programação pré-carnavalesca no CCBB com a Orquestra Popular Céu na Terra tocando diversos ritmos que fazem a história do carnaval. A programação é gratuita (palavra mágica para o blog) e conta com um convidado diferente a cada final de semana.


Excelente oportunidade para ir esquentando de forma decente para o carnaval e melhor ainda para quem não consegue acordar 7 da manhã para acompanhar o bloco do Céu na Terra fantasiado nas ladeiras de Santa Teresa! Abaixo um copia-cola:



PROGRAMAÇÃO

• 05 e 06 de fevereiro | Marcha-rancho e maxixe - convidado: Edu Krieger

• 12 e 13 de fevereiro | Marchinha - convidado: João Roberto Kelly

• 19 e 20 de fevereiro | Samba e samba-enredo - convidado: Moyseis Marques

• 26 e 27 de fevereiro | Frevo e maracatu - convidado Adryana BB


SERVIÇO

Data: 05 a 27 de fevereiro
Horário: Sábados e domingos, às 18h
Local: Área Externa - Estacionamento | Rua Primeiro de Março, 66 - Centro
Bilheteria/Informações: Terça a domingo, das 9h às 21h | Telefone: (21) 3808-2020
Entrada Franca

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Sonoridades

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Mais uma vez o Oi Futuro manda bem, pena que lá é muito pequeno. Os ingressos são baratos (R$7,50 meia) e costumam acabar na terça feira (a venda começa na semana do show), 30% é segurado para as pessoas comprarem no dia - mas não conte com isso. Finde passado teve Almaz, nesse tem Cibelle, depois Lucas Santtana e fecha com Silvia Machete.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Olá Fevereiro - 02

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Otto - 03/07/10


O Circo Voador, na sua programação de verão, já trouxe Jorge Mautner comemorando 70 anos, Tulipa Ruiz, Silvia Machete e na sexta passada foi Otto que compareceu, além de abrigar os shows do Mayer Hawthorne, Two Door Cinema Club e Vampire Weekend, dentro do projeto Queremos. De hoje até o final de fevereiro mais algumas figuras musicais que nos agradam estarão fazendo seu papel dentro do "nosso" espaço preferido no Rio de Janeiro.



Orquestra Imperial
terças, 08, 15 e 22/02/11
Preço: 25 reais a meia-entrada



Lobão e Rockz
sexta, 11/02/11
Preço: 25 reais a meia-entrada



Kate Nash
quinta, 24/02/11
Preço: 80 reais a meia-entrada



Teresa Cristina
sábado, 26/02/11
Preço: 25 reais a meia-entrada




A programação completa pode ser conferida em http://www.circovoador.com.br/qualeaboa.htm

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Vampire Weekend no Circo Voador 03/02/2011

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Vampire Weekend - 03/02/11


Integrar as culturas caiu no gosto dos músicos. Na década passada a classe começou a assumir abertamente o gosto por expoentes de todo o canto da terra. Vide as incontáveis bandas "com influência do leste europeu e Fela Kuti". O fim dos preconceitos é um grande passo, mas transformar isso num disco sem pulverizar ou plastificar demais o som não acontece com freqüência. Vindos da capital desse mundo identidade-mutante, New York, o Vampire Weekend apresentou seus estudos pop sobre o caso. Com méritos e deméritos.



A escolha do Queremos em colocar o Do Amor na abertura era um ponto a mais pra noite, vide as apresentações incríveis realizadas pela banda carioca. Um número razoável de pessoas se concentrava na frente do palco às 21h30, pouca gente diante do que apareceria depois, mas interessados no som. Simpáticos e prezados por muita gente no Rio, a banda seguiu a linha de repertório enxugada, mas preservando características de demais apresentações na cidade. Piadas, emendar uma música na outra, deixar o Ricardo (baixista) destrinchar os agudos do PA e se divertir. O clima 'de abertura' esfriou um pouco os ânimos de quem nunca tinha ouvido o conjunto musical, dos que já conheciam, e até da própria banda. Excelente apresentação para o momento, mas que fique fora de um quadro comparativo com as passadas.


Do Amor - 03/02/11


Meia hora após o Do Amor sair do palco, uma voz anuncia que os cotistas serão reembolsados. Alguns roadies ainda estavam no palco ajustando os instrumentos, fazem isso rápido e deixam o DJ levar o som sem interferência por pelo menos 10 minutos. Depois disso, da mesma forma que o valente despertador toca todas as manhãs, o Vampire Weekend se apresenta à platéia, incomparavelmente maior à uma hora atrás, com uma vinheta estilo hip-hop gangsta e o volume bem alto. A postura deles junto com o background sonoro deixa a mensagem: chegaram os donos da festa - agora vai! E aconteceu, foi ótimo, mas nem tanto assim.


Vampire Weekend - 03/02/11


Os vampirescos trilham o caminho de Paul Simon em "Graceland". Semeiam a música africana no universo pop. Eles aprenderam por pesquisas, pura dedicação à música, que eles demonstram muito bem. A escolhida para começar a seqüência, "Holiday", esclarece como as cordas soam na importação dos rapazes. Trazem o clima alegre representado por poucas inserções sonoras, uma guitarra com meio metro de altura e feliz por não ser grande, longe de ser frustrada pela incapacidade em solar. A voz amansa e media a cozinha da banda para um resultado rítmico festivo, e até certo ponto, tímido. Aquela trilha de um saudosismo alegre pelo ótimo final de semana que passou, e você fica mais feliz ainda por poder lembrar disso.


Vampire Weekend - 03/02/11


Estudiosos como devem ser, eles não percebem o erro nunca cometido pelo aluno relapso. São muito presos a uma estética inserida na cabeça deles. Consomem música de todos os continentes e aplicam na sua vivência do pop. Fazem bem, fazem demais. Percebe-se durante o show uma banda meio travada, sem vontade de arriscar. Que agrada o público com o seu jeito, levada, e dá a chance para os fãs se animarem por completo no refrão. Assim como não veem várias deixas passarem, a metodologia de ensino está um pouco ultrapassada. Não vejo mal nenhum em uma banda ensaiar coreografias, e fazer números com seu público ("Vocês sabem cantar o refrão? É assim... Com vocês agora!"), mas deixar tão na cara que é protocolar fica feio. Isso está longe de ser má vontade, aparenta ser um medo de arriscar.


Vampire Weekend - 03/02/11


Esse pragmatismo tem um lado bom. Suas nuances te levam a prestar atenção até no que, geralmente, entra como uma sutileza. O grave do show foi espetacular, Chris Baio sustentou com classe a responsabilidade do contrabaixo. Ora cutucando a música ala MC Marcinho - houve quem usasse uns passes de funk, ora com requinte do forró, bem suave, mas lembrou. Sem o grave alí, a setlist ia perder calor. No geral, o baixo sobressaiu tanto quanto a laureada guitarra.


Vampire Weekend - 03/02/11


O VW conseguiu bagunçar a platéia à sua maneira. Provocava rodas incessantes quando o delírio de tiros como "Cousins", "M79" e "APunk" subiam ao cérebro. "Cousins" elevou os cariocas empolgados a outro nível, por despertar o pouquinho de axé que existe em todos nós. Quem torceu a cara perdeu o melhor momento do show, podiam ter ficado bons 10 minutos com aquela guitarra pepeu-gomes-wannabe que seria maravilhoso! Uma olhada pro palco no meio da zona instaurada pescou uma falta de sincronia da banda com o que estava acontecendo, eles estavam pensando "na próxima música". Não de uma forma especial, ou de como poderiam surpreender, e sim no script a seguir para a noite.


Vampire Weekend - 03/02/11


Isso embrenhou o show. Serão lembradas da noite as músicas super animadoras com seus refrões incrementados pela platéia curtindo, o cheiro da felicidade (álcool, suor e...) do ambiente, só que é inegável a inconsistência da linha que a banda seguiu. Houveram músicas mais calminhas que apreenderiam mais do público se fossem acompanhadas de um "rebolado diferente". Trejeito que eles dominariam sem nenhuma garrafa de cachaça na mente, mas com um pouco mais de moral para perder a linha.



Vampire Weekend - 03/02/11

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Olá Fevereiro - 01

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Tentando informar aos pouquinhos algumas das atrações, festivais e coisas legais que acontecem em fevereiro de 2011, vamos começar com o Projeto Queremos.


Hoje se apresenta no Circo Voador a banda americana Vampire Weekend graças a esse projeto, que consiste em organizar os fãs para cobrirem os custos do cachê de uma banda e depois, caso sejam vendidos ingressos o suficientes, serem ressarcidos, podendo até ter a chance de assistir o show de graça.


Já falamos por alto sobre isso algumas vezes. A bagaça está explicada melhor aqui.


Embora eu tenha restrições quanto aos preços cobrados pelo ingresso (acho que paguei mais barato no ingresso para ver Belle & Sebastian em Buenos Aires do que pagaria para ver no Circo Voador), a verdade é que a idéia é fantástica e sua realização até agora tem sido um sucesso absoluto com shows de Miike Snow, o já citado Belle & Sebastian, Mayer Hawthorne e Two Door Cinema Club. Não só isso, mas me parece que eles estão atentos em relação a outros problemas de shows no Rio, como divulgação, horário dos shows e não rola com eles aquela "coisa" praticada por outros produtores, chamada de pista VIP.


Este mês dois shows foram organizados pelo Queremos. O de hoje, do Vampire Weekend, já falei. Dos dois discos lançados pela banda eu consigo adorar metade das músicas e não gostar tanto da outra metade. Mas se eles quiserem tocar "Cousins" 18 vezes e mais nada, já me dou por satisfeito





A abertura vai ser com Do Amor, banda que raramente comento aqui, mas garanto que é coisa boa.



No dia 17 de fevereiro é o LCD Soundsystem que vem, graças à ajuda do público, para tocar no Vivo Rio, na turnê do seu terceiro e último - último mesmo, dizem que nao vai ter outro - disco, This Is Happening. Tem um release na página do Vivo Rio, se você ainda não conhece o trabalho de James Murphy começa a se informar por ali.


É não só uma rara oportunidade ver bandas em seu auge criativo como também de ver o Rio de Janeiro trazendo shows que até há pouquíssimo tempo atrás passavam longe daqui ou em formatos que não privilegiavam os fãs. Aproveite.



Vampire Weekend
abertura: Do Amor
quinta, 03/02/11
Preço: 100 reais (meia - 1kg alimento)
Horário: 21:00
Circo Voador



LCD Soundsystem
quinta, 17/02/11
Preço: 120 reais (meia - 1kg alimento) pista
Horário: 22:00
Vivo Rio - Av. Infante Dom Henrique, 85 - Aterro do Flamengo

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Por falar no Programa Compacto...

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Que beleza que é esse Compacto, que a Petrobras banca para dar espaço para músicos e grupos diferentes (às vezes não tão diferentes entre si) tocando juntos. A primeira temporada foi encerrada recentemente com o Do Amor tocando "Isso é Carimbó" com o (auto?)intitulado rei do ritmo carimbó, o paraense Pinduca. São 13 programas com uma escalação de primeira, se liga nos nomes que passaram por lá:




Fernando Catatau e Siba

Catarina Dee Jah e Gabi Amarantos (e Mombojó disfarçado)

Lurdez da Luz e Kiko Dinucci

Tulipa Ruiz e Tomaz Alves

Karina Buhr e Teresa Cristina

Mateus Aleluia e Thalma de Freitas

Curumin e Leo Marinho

Móveis Coloniais de Acaju e Letieres Leite

Pato Fu e Érika Machado

Macaco Bong e Vitor Araújo

Katia B e Charles Gavin

Frank Jorge e Superguidis

Pinduca e Do Amor


Para ver todos os programas, além de um especial no Goiânia Noise, é só acessar o site do Compacto.


E será que rola uma segunda temporada? Tomara.

Tudujuntu 01: Ramones e Lemmy (Motörhead)

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Começando aqui uma nova seção, que na verdade já tem rolado desde o ano passado. É só notar os posts falando do Elvis Costello e convidados (aqui e aqui), Gilberto Gil com Stevie Wonder, Chrissie Hynde com o +2, o programa Compacto da Petrobras e o Pelas Tabelas no Canal Brasil... Então decidi este ano ir colocando aqui encontros musicais, nacionais, internacionais, inusitados, normais... A regra é ser legal.



E nada mais legal que Ramones com Lemmy do Motörhead, cantando a música que ele fez para seus amigos punks, "R.A.M.O.N.E.S.".